Gaúcho na Praia

O gaúcho estava tranqüilamente andando pela praia. Olhou para aquele lindo mar azul-esverdeado, aquele solzão no céu, saiu correndo a toda velocidade e deu um mergulho no mar.
Quando saiu, notou que a sua bermuda, que era muito fina, estava transparente e grudada. Todos na praia ficaram admirados com o tamanho da jeba do gaúcho, que chegava até o joelho.
A mulherada ficou babando, a bicharada entrou em êxtase e os homens ficaram morrendo de inveja.
O gaúcho percebeu que o seu guri tinha virado o centro das atenções. Ficou todo vermelho e gritou:
– Bah! O que foi, tchê? Vão dizer que quando vocês entram na água fria o pau de vocês também não encolhe?

Tour de Trem

Um trem com 4 passageiros vai fazer um tour pelo Brasil. Esses passageiros eram um gaúcho, um mineiro, um paulista e um baiano. Quando o trem passava pela sua respectiva cidade eles jogavam algo típico de seu estado para fora do trem.
Primeiro passa o gaúcho pelo Rio Grande do Sul. Ele joga um chimarrão para fora e diz:
– De onde eu venho é cheio disto.
O trem continua seguindo e passa por Minas. O mineiro joga o queijo e diz:
– De onde venho tem um monte desses.
Chegando na Bahia, o baiano joga um acarajé para fora e diz:
– De onde venho tem um monte desses.
O paulista, quando chega em São Paulo, olha para os lados, pega o baiano pelo colarinho, o joga para fora do trem e diz:
– De onde venho tem um montão desses!

Baiano com Hemorróidas

O baiano chega no médico:
– Doutor, estou sofrendo demais com estas constantes crises de hemorróidas. Fico sem poder desfrutar das melhores iguarias da comida baiana, que adoro. Qualquer dose de whisky me faz mal. Nem caipirinha posso tomar. Estou desesperado!
Após o exame, o médico diz:
– Seu caso realmente é bem grave. Não há nenhuma esperança de resolvê-lo com medicação. Só uma cirurgia de transplante resolveria em definitivo. O senhor estaria disposto a tentar? Há 99% de chance de cura total.
– Faço qualquer coisa, doutor. Podemos fazer hoje mesmo?
– Hoje não. O transplante necessita de um doador jovem, pois de nada adiantaria o senhor receber um órgão já cansado e sujeito ao aparecimento das hemorróidas. Alem disto, o doador não pode ser uma pessoa viva, por motivos óbvios. Mas não se preocupe. Trabalho em um hospital onde eventualmente falecem jovens vítimas de acidentes e, assim que eu encontrar um ânus em condições, marco o seu transplante.
Alguns dias depois, nosso amigo foi chamado pelo médico e submetido ao transplante.
Três meses depois, após um exame de controle de transplante, o médico diz:
– Acho que posso lhe dar alta. O resultado me parece magnífico. O senhor está satisfeito?
– Ah doutor, que maravilha! A vida agora tem significado para mim. Tenho comido em restaurantes baianos quase todos os dias, muito vatapá, muita pimenta, muita cachaça, tenho mesmo abusado. Nunca mais tive qualquer problema de hemorróidas. O rabo está novinho. Beleza pura!
– Está tudo 100% mesmo?
– Bem, tem uma coisa acontecendo, mas nem sei se vale a pena comentar.
– Pode dizer…
– Bem, é que de vez em quando me da uma agonia, uma coceira estranha, uma vontade de dar…
– Eu tinha medo disto! Não quis lhe dizer antes, mas depois que fiz o transplante, soube que o rapaz que morreu naquele acidente e de quem aproveitamos o ânus era gay. Não pensei contudo que o fato iria ter qualquer influencia. Mas diga-me uma coisa, o que o senhor faz quando acontece essa coisa estranha?
– Ora doutor, já que o rabo não é meu mesmo, eu dou, né?

Baiano Meteorologista

Dois baianos estão estirados nas redes estendidas na sala, quando um diz:
– Oxente, será que tá chovendo?
– Sei não, meu rei.
– Vai lá fora e dá uma olhada.
– Vai você…
– Vou não, tô cansado…
– Então, chame nosso cão.
– Oxente, chame você.
– Ô Juvenal!
O cachorro, que também é baiano, entra na sala, pára e deita-se de costas para os dois.
– E então, meu rei, tá chovendo?
– Tá não. O cão tá sequinho…

Jesus Cristo no Boteco

Estavam um carioca, um paulista e um baiano no boteco, quando o carioca diz aos outros:
– Mermão, esse cara que entrou aí é igual Jesus Cristo.
– Está brincando! – dizem os outros.
– Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar…
O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
– Mermão, digo, Senhor, tu é Jesus Cristo, não é verdade?
– Eu? Claro que não…
– Eu acho que sim. Aí, tu é Jesus Cristo!
– Já disse que não! Mas fale mais baixo.
– Pô, eu sei que tu é Jesus Cristo.
E tanto ele insiste que o homem lhe diz baixinho:
– Sou mesmo Jesus Cristo, mas fale baixo e não diga a ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio…
– Mas eu tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí, brother, digo, Senhor!
– Milagres não, pelo amor de Papai. Tu vais contar aos teus amigos e eu terei que passar a tarde fazendo milagres.
O carioca tanto insiste que Jesus Cristo põe a mão sobre o joelho dele e o cura.
– Valeu, viu! Ficarei eternamente grato!
– Sim, sim, mas não grite! Vá embora e não conte a ninguém.
Logo em seguida chega o paulista.
– Aí, ô meu! O meu amigo disse-me que és Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro, cura-me também!
O paulista tanto insistiu, que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e o curou.
– Ô lôco, meu! Obrigado mesmo!
– Agora vá embora e não conte a ninguém.
Mas Jesus Cristo o viu contando a história para um amigo baiano. O tempo foi passando, e nada. Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa onde eles estavam e, pondo a mão sobre o ombro do baiano, perguntou:
– E tu, não queres que…
O baiano levanta-se rápido, afastando-se dele:
– Aê, meu rei! Tira as mãozinhas de mim que eu ainda tenho seis meses de licença médica!

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